sexta-feira, 30 de maio de 2014

Perfil: Lorrana Scarpioni

Lorrana Scarpioni é uma brasileira de 23 anos que ganha dinheiro com tempo livre. E o trabalho dela está dando o que falar. Sempre se imaginou criando uma ONG ou uma escola, mas se achava muito inexperiente para comandar uma empresa.
A revista Technology Review, do Massachusetts Institute of Technology (MIT) divulgou a lista com os dez brasileiros mais inovadores com menos de 35 anos, e Lorrana está neste ranking e é uma das duas mulheres agraciadas.
O feito? Ter criado a plataforma Bliive.



Nascida em Salvador mas criada no Paraná, acaba de se formar em Direito na Unicurutiba, e em Relações Públicas na Universidade Federal do Paraná.
Sempre inquieta e disposta e encontrar soluções para os problemas a sua volta, em 2012, depois de assistir a dois documentários sobre economias alternativas e colaboração online, Lorrana teve a ideia de criar uma rede colaborativa de troca de tempo, que hoje possui mais de 15 mil usuários em 55 países: a Bliive (cujo slogan é  "Colaboração é a nova revolução").

“A ideia é dar valor para todas as pessoas, não importa se ela irá fazer uma hora de Photoshop ou se vai ficar uma hora varrendo uma casa, isso vale um TimeMoney. Se você quer usar a Bliive, não é por que você quer ganhar alguma coisa a mais que alguém, é por que você quer trocar algo mesmo. Ou seja, todo mundo ganha a mesma coisa e todo mundo tem o mesmo valor”, afirma Lorrana.

Funciona assim: o interessado faz o cadastro, oferece uma atividade (uma hora de aula de violão, por exemplo, como a própria Lorrana já fez) e, em troca, ganha um TimeMoney (a moeda usada na plataforma), que pode ser trocado por qualquer outra atividade oferecida por outros usuários, que também podem doar seu tempo livre a ONGs cadastradas.



Mas no início da operação, as altas expectativas de um sucesso meteórico foram frustradas com as dificuldades enfrentadas pela realidade do negócio: parcerias que não renderam, escassez de recursos, os primeiros 'nãos', e até o pessimismo dela própria. Foi então que decidiu parar de se lamentar pelo que não havia dado certo,  focar nas pequenas conquistas e adequar-se a expectativas mais realistas. Investiu na empresa o dinheiro que os pais iam pagar pelo baile de formatura.
E esse novo posicionamento aliado ao trabalho fez com que a coisa fosse se tornando cada dia mais consistente - estão aí para provar o prêmio Jovens Inspiradores da Revista Veja/ Fundação Estudar, ter sido a representante brasileira na etapa global do Creative Business Cup (na Dinamarca),  o primeiro lugar no programa HUB Fellowship em Curitiba, e o prêmio Sirius Programme (um programa do governo inglês de aceleração, onde concorreram com 2 mil empresas do mundo todo e ficaram entre os 30 selecionados para participar do projeto).
O próximo passo é levar a startup para a Escócia, graças ao Sirius Programme, fincando raízes  e contatos no mercado europeu durante um ano, com direito a salário para a equipe e outros benefícios, além de muitos aprendizados.

Para Lorrana "tempo ninguém tem e todo mundo tem, é só querer", e a próxima ideia é criar uma ferramenta para sincronizar as agendas dos usuários, para que encontrem quem tem o mesmo tempo livre.
Dentre as atividades oferecidas, algumas são bem curiosas: gente que ensina a coreografia de Single Ladies, pular corda como Rocky Balboa, arrumar a bagunça do quarto alheio, opinião de um terceiro desinteressado (visando a imparcialidade, frente aos que estão envolvidos emocionalmente no assunto e/ou fato) enfim, a criatividade dos membros não tem limites. E, muitas vezes, o que é oferecido no Bliive não existe no mercado normal. "Por ser colaboração, acho que as pessoas entram mais na vibe de criar coisas diferentes", avalia Lorrana.
Para este ano, os maiores desafios são promover mais trocas e tornar o modelo de negócio sustentável e escalável.

E alguém duvida dessa garota? Confira mais em www.bliive.com


Fontes: Época Negócios, 20epoucos20etantos.com

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Feng Shui

O Feng Shui originou-se há mais de 5 mil anos, nas planícies da China Antiga, e é uma arte que visa harmonizar os ambientes em que as pessoas vivem e trabalham, através do estudo do fluxo da energia do local.



Feng Shui é traduzido por Vento-Água, mas vai muito além, pois os chineses dizem que essa arte é como o vento que não se pode entender, e como a água que não se pode agarrar. É o vento que traz a água das chuvas para nutrir tudo o que está embaixo.
Os grandes Mestres do passado praticavam, juntamente do Feng Shui, a Medicina Tradicional Chinesa, o Chi Kun, o Tai Chi, e o Nai Kun - os médicos chineses acreditam que, se uma pessoa tem algum problema, isso foi gerado por alguma razão. Por isso, ele vai até a casa do paciente averiguar o que pode estar errado e o que pode gerar a desarmonia - com isso, a variedade de diagnósticos possibilita um tratamento mais completo.

Ao levar em conta as cores, formas e objetos, a aplicação do Feng Shui pode trazer benefícios ao  equilibrar as energias de um imóvel, maximizando as coisas boas e minimizando os obstáculos de influências negativas no ambiente, baseado no entendimento das forças da natureza.
De acordo com a consultora Lucimara Stráda, o Chi, nossa 'força energética vital', pode ser comparado à correnteza de um rio que flui pelo nosso lar. Sendo assim, quando visualizamos nossa casa integralmente, precisamos observar a disposição dos móveis e acomodá-los de forma que a energia possa passar por todos os ambientes, fluindo sem obstáculos pela frente. Quando móveis e objetos ficam estagnados e acumulados, a energia fica também estática, e o Feng Shui então é usado para harmonizar esses ambientes, fazendo com que a energia circule.

Pela técnica aplicada pela escola de Feng Shui tradicional chamada Xuan Kong Fei Xing, a partir da data da construção ou habitação da casa e de um direcionamento magnético, é possível determinar sua frente energética, localizando onde entram as energias. Além disso, todas as casas têm oito divisões, levando em conta os pontos cardeais, e em cada um desses espaços o Chi tem características distintas.

As energias Yin e Yang também estão presentes nesses setores, mas podem não ser benéficas em determinados espaços - daí a importância dos consultores em Feng Shui para diagnosticar e encaminhar os ajustes necessários. Nos dormitórios, por exemplo, devem predominar as energias Yin, mais adequadas a ambientes de repouso. Já em escritórios e salas de estar, as energias Yang potencializam os espaços que tem movimento.

Após o devido mapeamento energético, o consultor orienta os ajustes, depois de verificar onde é preciso potencializar ou minimizar cada tipo de energia, utilizando cores e formas específicas. As energias dos elementos (metal, água, madeira, fogo e terra) podem ser boas ou ruins, dependendo da sua combinação no local.


O que pode obstruir o fluxo de energia?
* Entulho, bagunça, móveis muito largos ou vasos de plantas muito grandes;
* Locais estreitos ou apertados por causa da decoração e/ou  construção;
* Locais mal iluminados;
* Corredores muito compridos que aceleram o fluxo de energia;
* Escadas vazadas e do tipo caracol, que fazem com que a energia se perca, prejudicando o fluxo  para o andar superior;
* Halls internos apertados e mal iluminados.

Dicas para melhorar o fluxo de energia:
* Mantenha a casa limpa, com as lâmpadas funcionando e vidros sem rachaduras;
* Descarte objetos que estejam quebrados ou não são usados;
* Retire debaixo da cama tudo o que possa barrar o fluxo de energia, como sapatos, caixas e demais cacarecos;
* O número da frente da casa deve ser grande e visível, para as boas oportunidades baterem à porta;
* Na sala, não deixar sofás e poltronas de costas para a porta de entrada;
* O hall, o corredor e a escada devem ser agradáveis para circular, bem iluminados e decorados com quadros e fotos de família. Não obstrua com móveis ou bugigangas;
* Se o hall for muito pequeno e os corredores estreitos, pode dar a sensação de amplitude pintando as paredes de cor clara e decorando com espelhos.

 
Fontes: Portal Terra/ Vida e Estilo, Revista Pense Imóveis, fengshui.com.br

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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Neuromarketing

Neuromarketing é uma ciência que tem o objetivo de descobrir as reações que acontecem no cérebro quando uma pessoa é exposta a anúncios, marcas e produtos. Tem a intenção de ir além das pesquisas de mercado, nas quais o consumidor apenas responde a questionários.
É um tema novo, que começou a ser estudado no início dos anos 2000, e por isso suas técnicas ainda são desconhecidas por muitas empresas.
Resumindo, é uma nova maneira de pensar o comportamento do consumidor.



Toda essa inovação tem despertado o interesse de estudiosos mundiais, e alguns deles estiveram reunidos em São Paulo na semana passada, durante o Neurobusiness Expo Fórum.
Através de equipamentos que medem os batimentos cardíacos, acompanham o movimento dos olhos e captam o arrepio da pele,  é possível perceber reações que antes ficariam escondidas e passariam longe dos famosos questionários de pesquisas.

"O estudo das emoções tem algo de intangível, que não pode ser medido por mapas e números. Muitas empresas têm medo disso, porque gerenciar emoções é difícil", diz o psicólogo português Fernando Rodrigues, especialista em ciências do consumo e CEO da ICN Agency, agência especializada no tema e que ajuda as empresas a compreender o que se passa na cabeça dos consumidores.

" Temos o cérebro racional, que pensa, o médio, que sente, e o primitivo e instintivo, que toma a maioria das decisões. O que tentamos descobrir é como nos comunicar com essa parte primitiva do cérebro", esclarece o espanhol Antônio Mimbrero, sócio de uma das primeiras agências de neuromarketing do mundo.
Segundo ele, o cérebro primitivo é autocentrado e egoísta. Portanto, uma empresa ganha pontos quando fala e/ou mostra ao consumidor que seu produto pode deixá-lo melhor ou mais forte. O contrário acontece quando a empresa aborda apenas questões de mercado, ou seja, fala dela mesma, não despertando o interesse deste consumidor.

O psicólogo português Fernando Rodrigues faz uma analogia ao comparar os passos para se vender mais e  de como conquistar uma mulher. Primeiro é preciso chamar sua atenção. Depois, tomar atitudes que mantenham o interesse dela e, finalmente, criar um vínculo permanente entre o casal.

Para atrair a atenção é preciso aumentar as taxas de dopamina e norepinefrina, que são neurotransmissores que geram sensações de bem-estar e euforia.
Segundo Rodrigues, piadas têm esse efeito na hora da conquista, a mulher se sente atraída. E o mesmo vale para o consumidor: a marca precisa chamar sua atenção de maneira marcante, o que pode acontecer através da propaganda, por exemplo.

Para manter o interesse da mulher é preciso surpreendê-la. Quem sabe dando-lhe flores? A surpresa aumenta os níveis de serotonina, um neurotransmissor que atua no cérebro regulando o humor. Uma promoção ou uma vantagem podem ter o mesmo impacto no consumidor.

Criar vínculo é o último passo da conquista. Para isso é preciso estimular a criação de ocitocina (também chamado de "hormônio do amor') e de vasopressina (associado ao comportamento paternal). E quando se fala em marca, o consumidor precisa considerar que ela seja insubstituível, o que vai garantir a fidelidade do cliente.


A aplicação das informações fornecidas pela neurociência possibilita o aumento da eficácia do trabalho desenvolvido para a marca, para a experiência de compra, para a comunicação com o público (incluindo redes sociais e mídias digitais), para a precificação dos produtos e para as estratégias de inovação.
Fonte: UOL Economia

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Profissões Estressantes EUA

A pesquisa Jobs Rated, realizada desde 1998 pela consultoria de empregos CareerCast, divulgou as profissões mais e menos estressantes do mercado americano em  2014, entre 200 carreiras.
No levantamento das mais estressantes, foram considerados  a pressão para cumprir prazos, a competitividade, a exposição ao público, o número de viagens exigidos pelo trabalho, risco de morte, dentre outros fatores.
E na outra ponta, das profissões mais relax, estão as atividades que são executadas em ambientes sem tanta pressão, e com prazos menos urgentes para a execução.






As MAIS estressantes:
1) Soldado Militar Alistado
2) General
3) Bombeiro
4) Piloto de Avião
5) Cozinheiro
6) Coordenador de Eventos
7) Executivo de Relações Públicas
8) Executivo Corporativo Sênior
9) Repórter
10) Policial

As MENOS estressantes:
1) Audiologista
2) Cabeleireiro
3) Joalheiro
4) Professor Universitário
5) Técnico Laboratorial
6) Alfaiate
7) Nutricionista
8) Técnico em Registro Médico
9) Bibliotecário
10) Artista Multimídia

 
Fonte: Portal Exame

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Exposição à Luz

Nestes tempos modernos, dias e noites já não são os mesmos.  O organismo humano evoluiu para funcionar em sincronia com o ciclo solar: luz de dia e escuridão à noite. O padrão era dormir com as galinhas e acordar com o canto dos galos.
Com a luz elétrica tudo se transformou. Nas horas que nossos antepassados passavam ao ar livre, nós permanecemos sob a iluminação artificial dos escritórios. Quando anoitecia eles iam pra cama, e nós continuamos despertos, debaixo de lâmpadas e fontes de luz como TVs e computadores. Como todas as funções biológicas do organismo são controladas pela ausência ou presença da luz, há uma disfunção geral do indivíduo.


Ficar exposto à luz artificial à noite reduz o tempo que passamos dormindo, e dormir pouco faz mal à saúde. Foi só nos anos 90 que pesquisadores descobriram na retina um receptor, a melanopsina, cuja função não é fazer ver, mas detectar a luz e informar ao nosso relógio biológico se é dia ou é noite. Esse mecanismo interno funciona em um ciclo de pouco mais de 24 horas, o ritmo circadiano. E é a luz detectada pelos fotorreceptores que o mantém ajustado, levando cada órgão do corpo a cumprir suas tarefas na hora certa. Se não recebemos luz suficiente de dia ou ficamos expostos a iluminação à noite, nosso relógio dá pane. E há uma variedade de estudos indicando que isso pode levar a doenças.
" Quando nos expomos à noite, o ritmo circadiano fica desregulado, o que está relacionado a desordens de humor, defeitos no metabolismo e certos tipos de câncer. É aconselhável evitar luz intensa antes de dormir", diz a neurocientista americana Tracy Bedrosian.
A recomendação é aproximar-se do passado, mantendo poucas lâmpadas acesas e cortar os eletrônicos à noite. A luz azul das telas é captada pelo corpo como os raios de sol, dizendo "desperte" para um corpo que precisa descansar. Outra recomendação, de fundamental importância, é receber luz solar nos momentos certos do ciclo.

Os mais jovens (pelo excesso) e os idosos (pela escassez) estão sujeitos a pagar um preço pelo padrão de exposição à luz. Uma pesquisa feita com 1,3 mil estudantes de Farroupilha (RS) observou que os alunos 'vespertinos' (que tendem a acordar mais tarde) têm rendimento escolar inferior aos 'matutinos', não importando o turno da aula. Enquanto os matutinos gostam de ocupar o tempo com esportes, mais da metade dos vespertinos relata o uso noturno da internet.
No caso dos idosos, o desgaste dos olhos limita a luz que alcança os fotorreceptores na retina.  Para receber a quantidade certa, eles precisam de um tempo maior de exposição solar. Mas geralmente ocorre o contrário, pois os idosos tendem a sair menos pra rua. E as consequências são distúrbios do sono, estados de depressão e queda na imunidade. Um estudo com idosos japoneses que tinham catarata (condição que bloqueia a luz do sol) mostrou que, depois de operados, eles apresentavam ganhos na visão, no humor e no raciocínio.



Dicas para colocar a luz a favor da saúde:
* Abra as janelas ao amanhecer para a entrada da luz natural, isso sinaliza para o organismo que o dia começou.
* Pela manhã, caminhe de 30 minutos a uma hora para receber a luz do sol.
* Dê preferência ao uso matutino de equipamentos eletrônicos.
* Idosos devem receber muita luz, natural e artificial, porque absorvem menos luminosidade do que os mais novos.
* No trabalho, prefira ficar perto da janela e, de preferência, mantenha aberta.
* À noite, mantenha poucas lâmpadas acesas, e dê preferência ao uso de abajur.
* Duas horas antes de dormir fuja dos eletrônicos (tablets, TVs, computadores, smartphones).
* Durma em quarto escuro.
* Ao dirigir à noite, faça paradas e se exponha a uma fonte de luz intensa, para espantar o sono.
* Instale o programa f.lux, que reduz a intensidade e modifica a cor da luz de smartphones, tablets e computadores.

Fonte: Caderno Sua Vida/ Jornal Zero Hora

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Caminhadas e Criatividade

Segundo pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, uma boa caminhada pode aumentar significativamente a criatividade.
Não sabe como começar aquele pesado relatório? Que ferramentas usar na apresentação nos novos projetos da empresa? Como ilustrar seu material no trabalho de aula?
Levanta da cadeira e vá dar uma volta por aí!



Diversos estudos mostram que animais e pessoas geralmente apresentam melhor desempenho em testes de memória depois de se exercitarem.
Escritores e artistas afirmam que suas melhores ideias surgem durante uma caminhada, relatando uma conexão entre a prática de exercícios e a  criatividade.
Mas poucos indícios científicos dão suporte ao que se percebe na prática. Foi por isso que pesquisadores da Universidade de Stanford decidiram testar essa possibilidade - em parte até  por experiência própria.

Tudo começou com Marily Oppezzo, na época aluna de pós-graduação da Universidade, que costumava caminhar na companhia do seu orientador para discutir os temas da tese. Foi aí que teve a ideia de relacionar as caminhadas à criatividade. Então recrutou um grupo de alunos de graduação pra ver se conseguiria aumentar sua criatividade. Reunidos em uma sala monótona, equipada apenas com uma mesa e uma esteira, ela pediu que eles fizessem testes envolvendo a criatividade. Em seguida, os participantes caminhavam na esteira, observando uma parede vazia e, enquanto faziam o exercícios cada voluntário refazia o teste de criatividade.

"Para quase todos os estudantes, a criatividade aumentou substancialmente ao longo da caminhada. A maioria deles foi capaz de gerar cerca de 60% mais usos alternativos para um objeto e que fosse ao mesmo tempo 'novos e apropriados' ", afirmou Marily em seu estudo, publicado neste mês pela revista científica The Journal of  Experimental Psychology: Learning. Memory and Cognition.

Para saber se a criatividade aumentava apenas durante a caminhada, a pesquisadora testou, com outro grupo de alunos, se os efeitos continuavam depois do exercício. E novamente a caminhada aumentou consideravelmente a habilidade dos participantes de ter ideias criativas, mesmo quando eles se sentavam depois de caminhar. Os que haviam caminhado apresentaram mais ideias e com qualidade subjetiva superior quando comparadas aos testes realizados antes dos exercícios.

Depois, Marily passou a realizar testes em espaços abertos, até porque existe a crença de que seria bem melhor para a criatividade andar ao ar livre do que dentro de um escritório, por exemplo. Mas para a surpresa de todos, o estudo não confirmou a suposição. Quando os voluntários caminhavam pelo campus da universidade, geravam mais ideias criativas do que quando se sentaram dentro ou fora da sala. Porém não foram mais criativos do que quando caminharam na esteira, de frente para a parede branca.
"Tudo indica que o que importa é a caminhada em termos do aumento da criatividade, e não o ambiente. Ainda não se sabe ao certo como caminhadas curtas e casuais são capazes de alterar os diversos processos mentais relacionados à criatividade", explicou a pesquisadora.
Pode ser que a criatividade surja com mais facilidade em uma mente tranquila, ou então caminhar pode desviar a energia que seria dedicada para limitar o pensamento criativo.  "Acredito que seja possível que as caminhadas permitam que o cérebro ganhe força. Mas, essas são apenas algumas das muitas explicações possíveis", comentou Marily.
Fonte: Mulher UOL

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Motivação para Novo Emprego

Mais do que dinheiro, as pessoas buscam crescimento profissional.
Foi esta a conclusão da pesquisa realizada pelo Linkedin, feita em vários países com 7.530 usuários que haviam mudado de emprego recentemente.

"Por que as pessoas estão deixando seus empregos?", quis saber a rede social profissional.



A grande maioria respondeu que o principal motivo era ter melhores oportunidades  de crescimento profissional. O segundo motivo: ter um líder melhor. E, por último, ter salários e remunerações mais altas.
Além disso, 69% dos indianos, 68% dos americanos e canadenses, e 60% dos australianos disseram que era mais fácil encontrar uma oportunidade no mercado do que dentro da empresa.

Um outro estudo do Talent Trends 2014, também realizado pelo Linkedin, indicou que para 52% dos brasileiros a chance de crescer em uma empresa pesa mais do que o salário na hora de  buscar uma nova posição.

Dinheiro não é a principal motivação, e sim "ter oportunidades concretas de crescimento e um chefe meritocrático são mais importantes para a maioria dos profissionais", analisa  Eduardo Ferraz,  consultor em gestão de pessoas.
Por isso, as empresas que pretendem reter seus talentos precisam dar oportunidades claras para que eles desenvolvam seu potencial ao máximo, dando-lhes também um estímulo diferenciado e não só discursos e promessas.
Por outro lado, os profissionais que estão em busca de novas oportunidades precisam deixar isso claro desde a entrevista de emprego,  dando continuidade no decorrer do trabalho na empresa.

Fonte: Revista Pense Empregos

 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Chefes: pedidos estranhos

Este post é para descontrair na metade da semana ... só pode!
De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Career Builder, cerca de 23% dos 3.600 americanos entrevistados disseram que seus chefes já pediram para que eles realizassem tarefas não relacionadas ás suas funções.
O estudo também mostra que a maioria tem um bom relacionamento com os superiores quando se sentem valorizados e apoiados, embora  um terço se achem mais inteligentes que os gestores. Sobre a performance da chefia, 66% dos entrevistados  respeitam os superiores, e 37% disseram aprender com eles.



Mas quais foram as ordens bizarras feitas pelos chefes sem noção?

* O chefe pediu para o colaborador espionar o gerente sênior.
* Mais de uma vez, o chefe pediu para a funcionária aceitar ser mãe de aluguel de um filho seu.
* Um chefe pediu que o empregado comprasse um rifle pra ele (com a promessa de reembolso), e outro perguntou se os funcionários conheciam alguém que conseguisse substâncias ilegais pra ele.
* A chefe pediu para a funcionária fazer o projeto de Ciências da escola da filha.
* Aparentemente o chefe pediu que o colaborador desse um tiro no irmão dele (do chefe).
* Chefe pediu 400 dólares emprestados para pagar um carro (é, não tá fácil pra ninguém!).
* A chefe pediu para que o empregado removesse seus pontos após uma cirurgia (isso que o subordinado não era enfermeiro, médico ou função parecida).
* O chefe pediu que o funcionário fosse seu melhor amigo.
* O chefe pediu que o empregado fosse a um prédio abandonado e encontrasse móveis e acessórios que pudessem ser úteis para eles.
* A chefe pediu que o funcionário cortasse as unhas de seu cachorro.
* A chefe solicitou que a subordinada ajudasse a planejar seu casamento.

E para finalizar os pedidos esdrúxulos saindo do mercado americano e voltando pro Brasil, mais especificamente  Porto Alegre (RS),  um colega aqui da Êxito nos contou que um ex-chefe pediu que ele fosse lhe buscar, de manhã cedo, numa boate com quartos para pernoite, onde trabalham moças de fino trato. E nosso colega ainda teve que tomar café da manhã na companhia do chefe e das meninas!

Realmente, não há o que não haja!

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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Meditação na Empresa

A meditação é comum a muitas religiões, mas a pessoa não precisa fazer parte de nenhuma delas para praticar.

Surgida do Budismo, a meditação perdeu sua conotação religiosa e deu origem a inúmeros livros, sites, centros terapêuticos e até programas hospitalares.
Na década de 70, cientistas americanos foram ao Oriente para estudar a atividade cerebral durante a prática da meditação.

A Medicina evoluiu e agora reconhece que a mente e o corpo estão conectados, algo que os monges budistas e os praticantes de ioga sabem há muito tempo.

 
 


Nos Estados Unidos, empresas como a Apple, Google. o Banco Mundial, a IBM e a seguradora Aetna são algumas das que oferecem sessões aos seus funcionários, seja no início ou no final do expediente, no intervalo do almoço, ou em algum outro momento de pausa. "Cada vez mais as empresas estão começando a entender que têm um papel a desempenhar para que seus funcionários se sintam plenos", assegura Holly Siprelle, uma das encarregadas da Associação Americana de Psicologia (APA). Os funcionários agradecem, ficam mais felizes e produtivos, permanecem mais tempo trabalhando na mesma empresa, e diminuem os afastamentos por motivo de doença.

Nos anos 80, o americano Jon Kabat-Zin, professor de Medicina e considerado papa da "atenção plena", desenvolveu uma técnica muito popular para reduzir o estresse.

A "meditação de atenção plena", febre nos últimos tempos nos EUA e em outros países ocidentais, tem sido aclamada pelos cientistas por seus benefícios para reduzir o estresse, combater a obesidade, a depressão, e até mesmo problemas digestivos. A "atenção plena" consiste em tomar consciência do momento presente, no que está acontecendo agora.
Sentados ao redor da mesa, num ambiente tranquilo, com os olhos fechados, os participantes são convidados a relaxar e se concentrar na respiração. Depois de meia hora de sessão, todos voltam aos seus afazeres no escritório.

A especialista em computação Patti Delande, praticante há quatro anos, diz que se sente bem ao aplicar a técnica. "Quando ia me deitar, tinha um turbilhão de pensamentos na cabeça, tinha dificuldades para conciliar o sono. Lido melhor com minhas emoções agora porque sou consciente."

A meditação de "atenção plena" modifica a atividade da amígdala, uma área do cérebro que gera ansiedade e a raiva, e produz BDNF, uma proteína benéfica para a atividade neuronal.


sexta-feira, 9 de maio de 2014

Zumbi Corporativo, o livro

Zumbi Corporativo ... você conhece algum?

Sintomas: alguém que se encontra perdido em sua função e vaga atrás de desculpas ou oportunidades para se esquivar de suas atribuições. Desmotivado, tenta sempre passar a bola da culpa para outro colega.  Se alimenta do passado e valoriza vitórias que não são mais importantes na empresa. Recebe apenas tarefas operacionais, privado que é das informações estratégicas da empresa.

O livro "Corporate Zombies - Manual de Sobrevivência Corporativa" (Giostri Editora), dos autores Victor Sardinha e André Ferreira, é um guia bem humorado para quem pretende se manter motivado no ambiente profissional.





Segue a sinopse:

O dia a dia no mundo corporativo, tanto pelas disputas que acontecem quanto pelo desejo de ascensão que assola as empresas, acaba gerando verdadeiros zombies, no melhor estilo dos exemplos do cinema, que não medem esforços para atingir seus objetivos predatórios e matar sua sede – no caso não de sangue, mas de influência, poder, status. Este Manual de Sobrevivência Corporativa ajudará o leitor a identificar possíveis zombies que estejam na baia, na sala ao lado ou no andar acima; a lidar com as diferentes situações do dia a dia ocasionadas pela existência deles; e, principalmente, como se manter são e não se tornar também um Corporate Zombie. Ainda, as ilustrações de Celso Ludgero retratam muito bem o espírito de cada uma das categorias apresentadas pelos autores, e facilitam sua identificação. Uma obra para todos que se interessem pelo ambiente corporativo e seus desafios, os novos caminhos da vida profissional e, claro, zombies... Que podem estar onde menos se espera.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Pressão Alta

A pressão alta é uma doença silenciosa e grave e, ao mesmo tempo, é muito comum. E nada mais é que a pressão exercida pelo sangue nas paredes das artérias.

Segundo pesquisa feito pelo Ministério da Saúde em 2012, 24,3% da população brasileira sofre de hipertensão arterial (em 2006, ano do primeiro estudo, eram 22,5%). Foram entrevistadas mais de 45 mil pessoas em todas as capitais e no Distrito Federal.


Um dos principais fatores de risco é a hereditariedade: quem tem pai ou mãe com a doença tem 30% mais chances de ter pressão alta. Se ambos sofrem com a doença, esse índice sobe para 50%.
Além do componente genético, os maus hábitos também podem colaborar para o desenvolvimento da hipertensão: fumar, beber, vida sedentária, obesidade, estresse, alimentação desregrada ... e assim o mal vai atingindo cada vez mais pessoas.
O risco também aumenta com a idade. Segundo a pesquisa Vigitel 2012,   3,8% dos entrevistados entre 18 e 24 anos disseram ter a doença, enquanto entre os que tem mais de 65 anos, o percentual sobe para 59,2%.
O consumo excessivo de sal  é outra causa da hipertensão. Ele aumenta a retenção de água pelo organismo, o que pode ocasionar a elevação da pressão nas paredes das artérias. O sódio contido no sal pode causar o estreitamento dos vasos sanguíneos ao inibir a ação do óxido nítrico, que é uma substância dilatadora.
"Por isso, é recomendado aos que possuem a doença reduzir o consumo para, no máximo, 5 gramas por dia", aconselha o cardiologista Antônio Carlos Nunes Filho, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Mas o sal é importante para o funcionamento do corpo, e não deve ser totalmente eliminado da alimentação.

Hipertensos ou não, é importante também evitar choques térmicos, como fazer sauna e tomar uma ducha gelada, ou se expor ao sol escaldante e entrar direto no mar ou piscina. Isso pode gerar uma crise de pressão alta em qualquer pessoa, e mais ainda em quem é hipertenso, pois há uma contração dos vasos pela mudança brusca de temperatura.

A única maneira de detectar a doença é medindo a pressão por meio de aparelhos, pois na maioria dos casos a pressão alta é assintomática. Dor de cabeça, tonturas, edema nas pernas, palpitações e sangramento nasal podem ser sugestivos de hipertensão, mas não são específicos da doença. "Muitas vezes esses sintomas, na verdade, não são da hipertensão em si, mas do que chamamos de lesões dor órgãos-alvo, ou seja, de complicações em órgãos como coração, rins e cérebro decorrentes da pressão alta", explica o cardiologista Nabil Ghorayeb, chefe da seção médica de Cardiologia do Exercício e do Esporte do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo.

A pressão, quando não controlada, pode prejudicar o funcionamento de diversos órgãos, como cérebro, coração e rins, por exemplo.
A hipertensão arterial é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares, responsável por 45% dos ataques cardíacos e 51% dos acidentes vasculares cerebrais no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na maioria dos casos, a doença deve ser tratada com o uso contínuo de medicação. Mas o medicamento é um adjuvante no tratamento, o ideal é adotar um estilo de vida saudável, com cardápio rico em verduras, frutas e legumes, pouco sal, evitando alimentos industrializados e praticando atividades físicas regularmente (pelo menos 30 minutos, 5 vezes por semana). É possível controlar a pressão somente com mudanças no estilo de vida, com bons hábitos é até possível um tratamento sem remédios.

Meditação, musicoterapia, ioga e outras técnicas para aliviar o estresse  também são eficientes aliados no controle e na redução da pressão arterial, bem como manter contato com amigos e reservar um tempo para a família e atividades de lazer, sono adequado e relaxamento também são importantes para o controle da ansiedade e da depressão.

Antes de qualquer coisa, consulte um médico para orientações no controle da hipertensão e seja feliz!




Fonte: Bem-Estar UOL

 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Frutas: Propriedades Nutricionais

Que a fruta é um alimento completo e saudável todos sabem. É refrescante, nutritiva, saborosa, tem baixo valor calórico e uma variedade imensa no frondoso território brasileiro. Com elas podemos fazer uma infinidade de receitas: sucos, doces, saladas, bolos, geleias, e tudo mais que a imaginação permitir. Seu consumo regular está associado à redução de doenças crônicas, ao fortalecimento do sistema imunológico, e à diminuição da mortalidade.
É peça fundamental na alimentação e deve ser consumida diariamente (em média de 3 a 5 porções, ou 400gr. por dia, que pode ser dividida em 3 refeições), de preferência em seu estado natural, pois fornece vitaminas, sais minerais, fibras, carboidratos e outros compostos alimentares.
Infelizmente apenas 20% da população brasileira consome frutas regularmente, conforme pesquisa do Ibope.

Na casca das frutas estão as fibras insolúveis, que ajudam no equilíbrio das taxas de colesterol, favorecem a flora intestinal, ajudam no controle do diabetes e ainda promovem a sensação de saciedade. As fibras solúveis (encontradas no bagaço da laranja, por exemplo) reduzem o colesterol ruim, regulam o nível de glicose no sangue, favorecem nos movimentos do intestino, além de outros benefícios.
Ao consumi-las na forma de compotas ou geleias pode haver perda de vitaminas e fibras, além da desvantagem na adição de açúcar. Já o congelamento das frutas é uma boa forma de conservá-las, e ainda permite a ingestão de espécies sazonais (caso das uvas e do morango).



O ideal é combinar várias frutas ao dia, e conhecer os benefícios nutricionais que cada uma oferece ajuda na busca por uma dieta equilibrada e saudável.
Vamos a elas:

* Coco: a água de coco é hidrata rapidamente o organismo, pois é composta por açúcar, sódio e potássio ideal em casos de vômitos e diarreia.
* Melão: cultivado há mais de 4 mil anos, é uma fruta diurética que ajuda no controle do peso e no funcionamento do intestino. Tem alto teor de água, potássio e magnésio.
* Uva: protege contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e, através dos agentes antioxidantes, ajuda a prevenir alguns tipos de câncer.
* Laranja: por conter limonoides, tem propriedades anticancerígenas, e os fitosterois ajudam a diminuir a absorção de colesterol pelo organismo. A presença da vitamina C previne resfriados, fortalece o sistema imunológico e, nos homens principalmente, previne a hipertensão arterial e a obesidade.
* Pera: por ser fonte de potássio e cobre, ajuda a regular a pressão e fortalece o sistema imunológico. Contém fibras solúveis que auxiliam no funcionamento intestinal, controle nos níveis de açúcar e colesterol.
* Abacate: rico em gorduras boas, previne más formações fetais (pela presença do folato), e evita alterações metabólicas que possam propiciar o surgimento do diabetes e hipertensão.
* Pêssego: composto de vitamina C e betacaroteno, ajuda a manter a pele e os olhos saudáveis. É rico em fibras e minerais importantes para o bom funcionamento metabólico.
* Mamão: rico em fibras e betacaroteno, regula o intestino e protege a pele.
* Melancia: tem alto poder de hidratação, possui o licopeno (assim como o tomate), considerado um ótimo antioxidante e inibidor da proliferação celular, eficaz contra o câncer de próstata.
* Abacaxi: a bromelina presente na fruta tem efeitos antifúngicos e anti-inflamatórios, o que ajuda no combate a infecções.
* Maçã: rica em pectina, que é um tipo de fibra solúvel que, no intestino, forma um tipo de gel que diminui a absorção do colesterol. Os polifenois ajudam na diminuição do LDL, o colesterol ruim, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares.
* Maracujá: a vitamina C da fruta melhora a absorção de ferro, o potássio recupera os músculos e a pressão arterial após atividades esportivas, e o manganês facilita os processos metabólicos.
* Morango: fonte de vitamina C e flavanoides, é um potente antioxidante, que auxilia na prevenção de catarata, doenças osteoarticulares e cardiovasculares.
* Manga: rica em fibras, protege contra o câncer de colon e reto, e ainda ajuda a controlar a fome. O betacaroteno presente na fruta tem poder antioxidante.


Fonte: Portal UOL
 

sexta-feira, 2 de maio de 2014

RH Google

Laszlo Bock, diretor de Recursos Humanos do Google, em entrevista concedida ao The New York Times, deu algumas dicas sobre o que os departamentos de RH de grandes empresas esperam dos profissionais.
Detalhe: a gigante de tecnologia contrata mais de 100 pessoas por semana.



* Faculdade não é tudo - segundo Bock, muitos jovens se formam mas não adquirem o conhecimento máximo que o curso oferece, ou ainda, não sabem ao certo se é essa a carreira que desejam. Por isso, devem amadurecer suas aspirações para depois fazer a escolha certa. "É um enorme investimento de tempo, esforço e dinheiro, e as pessoas devem pensar bem no que elas estão recebendo em troca", avalia o executivo.

* Não fuja dos desafios - o caminho mais fácil nem sempre é a melhor escolha, as empresas buscam profissionais determinados e com objetivos desafiadores. Em conversa com universitários que queriam trocar seus cursos por outros mais fáceis, Bock aconselhou: "Um estudante que tira B em Ciência da Computação é muito melhor que um estudando com A+ em Inglês, isso porque o grau de dificuldade no primeiro curso é bem maior e sua carga horária é muito mais desafiadora."

* Habilidade Cognitiva - é a capacidade de aprender e resolver novos problemas e, segundo o executivo, é a chave pro sucesso profissional. Entender como os processos funcionam faz com que o profissional seja capaz de pensar de forma lógica e estruturada para novos desafios.

* Criatividade - não basta apenas ser criativo, a melhor habilidade que um profissional pode ter é saber equilibrar  a criatividade com o pensamento lógico e raciocínio estruturado.

* Currículo - para Bock, o ideal é o que enquadra corretamente os pontos fortes do candidato, levando esse pensamento estruturado para a entrevista de emprego. "Eu realizei X, ligado a Y, fazendo Z.  A maioria das pessoas faria um currículo assim: ‘Escrevi editoriais para o The New York Times’. Mas o correto seria: 'Tenho 50 artigos publicados, em comparação com uma média de seis dos outros comentaristas, e como resultado de fornecer reflexões profundas sobre tal área durante três anos".